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www.marquinhodjblackmusic.blogspot.com

31 de ago de 2009

EDVALDO (O CARA)


Quem sou eu

DJ, Produtor Musical e Remixer. Do bem, apaixonado por boa música, família, Dê, volley, pelo Bahia e boa culinária.

MINHA PEQUENA HOMENAGEM A ESSE CARA QUE É UM APAIXONADO POR MÚSICA E UM DOS MELHORES REMIXERS DO PAÍS, JÁ PRESTADO SEUS SERVIÇOS, PARA CLÁUDIO ZOLI, TIM MAIA E OUTROS !

DISCOTERJ


Fundada em 27 de setembro de 1983 (By Sandra Gal) a DISCOTERJ,a associação que deu o pontape inicial no pedido da regulamentação da profissão de DJs e VJs no Congresso Nacional. visite o site: www.discoterj.com.br Essa comunidade foi criada em cima da DISCOTERJ,a associacao dos DJs e VJs do Rio de Janeiro e de outros estados que acreditam na mudanca de uma classe que até os dias de hoje não passa de uma atividade "mal remunerada"... o que é lamentável!!! Participe desta nossa investida em busca da solução. Não importa o seu estado,o mais importante nessa situação é a sua participação nessa luta.Todas as classes reconhecidas,algum dia tiveram deficiências,mas nem por isso se acomodaram,por tanto é a nossa vez e se Deus quiser não falharemos. Nosso lema:AINDA SEREMOS UMA GRANDE FAMILIA !

27 de ago de 2009

POINT CHIC CHARM " TRADIÇÃO"


“Na zona oeste da cidade, em Padre Miguel, em uma comunidade chamada “Ponto Chic”, surgiu há cerca de dez anos, um grupo de "resistência cultural" chamado "Point Chic Charm". Bastou uma caixa de som, um repertório requintado de black music às alturas para aglutinar os saudosistas que passavam por ali e ficavam a recordar os bons tempos do reinado de James Brown e seus discípulos. Não demorou muito e virou um grande ponto de encontro da negrada, aos domingos, onde quem gostava de ouvir e dançar boa música poderia chegar, trazer a família e seus amigos. Era uma iniciativa dos irmãos negros Eduardo e Ângelo Oliveira. Que depois convidaram os dj´s, Jorge Sucesso, Beto Barra e Jhony, para comandar o baile. O movimento cresceu... Do ponto de encontro do charme também passamos a nos encontrar para ouvir o samba bom, dançar jongo, jogar capoeira, ouvir poesia, cultuar Zumbi dos Palmares e saudar São Jorge! Tudo isso fruto de aproximações naturais entre pessoas que iam chegando e se juntando a este time por pura afinidade e sintonia. O movimento também recebeu adeptos ilustres. Passaram pelo Ponto Chic: Ney Lopes, Neusa Borges, Mombaça, Jorge Aragão, Alcione, Fundo de Quintal, Jorge Vercilo, Arlindinho Cruz , Negras Raízes, Seu Jorge e outros. É uma incubadora constante de novos talentos que vão passando, crescendo e que nunca deixam de voltar para rever os amigos. Sem esquecer da imprensa que sempre deu espaço e exaltou tudo o que presenciaram ao longo desses dez anos. Todos os domingos, continua o happy hour mais tradicional da Zona Oeste, com os dj´s residentes, Marquinho, Júnior e Dênis.

DISCK JOCKEY OU DEE JAY


Um disc jockey (DJ ou dee jay) é um artista profissional que seleciona e roda as mais diferentes composições, previamente gravadas para um determinado público alvo, trabalhando seu conteúdo e diversificando seu trabalho em radiodifusão em frequência modulada (FM), pistas de dança de bailes, clubes, boates e danceterias. O termo disc jockey foi primeiramente (e ainda é) utilizado para descrever a figura do locutor de rádio que introduziam e tocavam discos de gramofone, posteriormente, o long play, mais tarde compact disc laser (CD) e atualmente, empregam o uso do mp3. O nome foi logo encurtado para DJ. Hoje, diante dos numerosos fatores envolvidos, incluindo a composição escolhida, o tipo de público alvo, a lista de canções, o meio e o desenvolvimento da manipulação do som, há diferentes tipos de DJs, sendo que nem todos usam na verdade discos, alguns podem tocar com CDs, outros com laptop (emulando com softwares), entre outros meios. Há também aqueles que mixam sons e vídeos (VJs), mesclando seu conteúdo ao trabalho desenvolvido no momento da apresentação musical. Há, no entanto, uma vasta gama de denominações para classificar o termo DJ. Um DJ tem a percepção musical de saber quais composições possuem velocidades (mensuradas em batidas por minuto) próximas ou iguais, de forma que uma alteração em um ou dois por cento da velocidade permite com que o compasso das mesmas seja sincronizado e mixado, e o público não consiga notar que uma faixa está acabando e outra está iniciando, pois as duas faixas estão no mesmo ritmo, métrica e velocidade.DJs das décadas de 1980 e 1990 sincronizavam a composição mixada (entrante) regulando a velocidade do prato do toca-discos, com o cuidado de fazer com que a agulha não escapasse do sulco do vinil (que na prática faz com que a música "pule") e também com que o timbre da voz da música não ficasse, por demais, alterada com a velocidade muito alta ou muito baixa do prato. Esta alteração da velocidade era possível em toca-discos que possuem o botão chamado pitch. O toca-disco mais famoso, nesta época, era o Technics SL-1200 MK-2, que até hoje é vendido e procurado por profissionais e amantes do vinil pela robustez e força que o seu motor de tracção directa apresenta.Após a popularização do CD, fabricantes como Pioneer, Technics e NumarkCD player com recursos próprios para DJ. Conhecidos como CDJs, possuem botões especiais para alteração de pitch, de retorno da faixa, de marcação de ponto (efeito cue) e looping. O timbre da música passou a ser controlado (opcionalmente) por um acionador específico, normalmente conhecido como Master Tempo. Com este recurso, mesmo que a composição esteja extremamente acelerada (ou desacelerada), o timbre da voz, teclados, guitarras, etc. é mantido, driblando de certa forma a capacidade de percepção do público, em notar que determinado som está tocando em velocidade diferente da normal. Além disso, não há mais o risco de o disco pular, apesar de o cuidado em se limpar as mídias de CD ser o mesmo, pois uma mancha em uma mídia óptica pode prejudicar e até interromper a canção em execução. Outra facilidade destes equipamentos é marcar o ponto de início da música (designado cue point). Assim, um DJ com um simples toque no botão pode retornar ao ponto de partida poucos segundos antes de mixar a música sobre a que está sendo executada.

HIP HOP "A CULTURA"


O hip hop é um movimento cultural iniciado no final da década de 1970 nos Estados Unidos como forma de reação aos conflitos sociais e à violência sofrida pelas classes menos favorecidas da sociedade urbana. É uma espécie de cultura das ruas, um movimento de reivindicação de espaço e voz das periferias, traduzido nas letras questionadoras e agressivas, no ritmo forte e intenso e nas imagens grafitadas pelos muros das cidades.O hip hop como movimento cultural é composto por quatro manifestações artísticas principais: MCing, que anima a festa com suas rimas improvisadas, a instrumentação dos DJs, a dança do breakdance e a pintura do grafite. Tendo começado em Bronx, a cultura hip hop emergiu rapidamente para o mundo todo.A música hip hop não deve ser confundida com o rap (rhythm and poetry), pois este tem estrutura divergente da música hip hop em vários pontos, apesar de terem pontos em comum. Existem rappers que não tocam hip hop, como Eminem e Racionais MC's, assim como existem músicos de hip hop que não fazem rap. A premiação da MTV americana, o Video Music Awards, por exemplo, conta com duas categorias distintas: uma pra melhor clipe de rap e outra para melhor clip de hip hop.No Brasil, o movimento hip-hop foi adotado, sobretudo, pelos jovens negros e pobres de cidades grandes, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Curitiba, como forma de discussão e protesto contra o preconceito racial, a miséria e a exclusão. Como movimento cultural, o hip-hop tem servido como ferramenta de integração social e mesmo de re-socialização de jovens das periferias no sentido de romper com essa realidade.

EARTH WIND & FIRE " A MELHOR BANDA!


O Earth, Wind & Fire é uma banda renomada dos Estados Unidos fundada em 1969 por Maurice White, a banda domina diferentes estilos musicais como Funk, R&B, Disco Music e Soul.A história do Earth, Wind & Fire começa em Memphis, em 1941; onde nasce Maurice White, fundador da banda. Em plena adolescência, ele e a família se mudam para Chicago, onde Maurice começa a trabalhar como baterista da gravadora Chess Records. Em 1967 passa a integrar o Ramsey Lewis Trio por pouco tempo, pois em 1969 ele junta-se a mais dois amigos, Wade Flemons e Don Whitehead, e conseguem assinar contrato com a gravadora Capitol Records, sob o nome de "Salty Peppers", porém Maurice achou que o nome da banda não caía tão bem, então resolveu mudar o nome de "Salty Peppers" para "Earth, Wind & Fire", o nome da banda é baseado no signo de Sagitário (signo de Maurice), na astrologia o signo de sagitário tem como elemento de regência natural o fogo e regências sazonais em terra e vento. Ainda em 1969 entram na banda o vocalista Sherry Scott juntamente com o percussionista Phillard Williams e em 1970, o irmão mais novo de Maurice, Verdine, entra como baixista, Michael Beale na guitarra, Chester Washington na bateria, Leslie Drayton no trompete e o trombonista Alex Thomas, que inicialmente era o arranjador da banda e Flemons nos vibes, piano elétrico e vocais. Já em estúdio em 1970 lançam o primeiro auto-intitulado disco da carreira, em 1971 lançam o álbum The Need Is Love que trazia o single "I Think About Lovin' You".Após o lançamento de The Need Is Love, a banda se desmanchou ficando apenas os irmãos White, e imediatamente após a saída dos músicos Maurice e Verdine, começaram a trabalhar numa nova formação. O primeiro membro a entrar na banda foi Jessica Cleaves nos vocais, Ronnie Laws no saxofone, Roland Bautista na guitarra, Larry Dunn nos teclados, Ralph Johnson na percussão e Philip Bailey nos vocais e percussão.Com uma nova formação e uma nova gravadora e Columbia CBS, lançam o disco Last Days and Time que trazia canções como "Where Have All The Flowes", "Make It With You" e a canção Power onde Maurice introduz pela primeira vez na banda a Kalimba (instrumento musical africano) que é marca registrada do grupo até hoje. Em 1973 sai o álbum Head To The Sky, o álbum rendeu os dois primeiros sucessos, "Evil", co-escrito por Maurice e Philip e a faixa título, "Keep On Head To The Sky", ambos ficaram entre as 30 melhores R&B. No ano seguinte o álbum "Open Our Eyes" que trazia canções como "Mighty Mighty" que ficou entre as 30 na parada pop americana e "Devotion" que trazia uma mensagem espiritual muito profunda.



BARRY WHITE


Barrence Eugene Carter, mais conhecido como Barry White (Galveston, 12 de Setembro de 1944Los Angeles, 4 de Julho de 2003) foi um cantor e produtor musical norte-americano. Compositor de inúmeros sucessos em estilo soul e disco e de baladas românticas, e um intérprete com voz profunda e grave.

Criou-se no gueto negro da cidade de Los Angeles. Como outros cantores norte-americanos de sucesso, também cantou em coral de igreja na juventude. Foi um adolescente inconseqüente, que acabou preso aos dezessete anos de idade por roubar pneus. Na prisão, decidiu mudar de vida e de amigos.

Obteve grande êxito como intérprete de baladas românticas nos anos 60. Em 1972Love Unlimited. Posteriormente aproveitou este nome para batizar seu grupo de acompanhamento, a Love Unlimited Orchestra. criou o trio feminino

Foi considerado um dos precursores da disco' music com o lançamento, em 1974, dos sucesos Can't Get Enough of Your Love, Babe, You´re the first, the last, my everything e a instrumental (da Love Unlimited Orchestra) Love´s Theme. Em 1975, veio What I´m gonna do with you. Em 1976, Let the music play. Em 1979, sua Love Unlimited Orchestra lança o hit I´m so glad that I´m a woman. No início dos anos 80, esteve no Brasil, e, antes da turnê, lançou Rio de Janeiro.

Em meados de 80 , em conjunto com a cantora Lisa Stansfield , gravou um de seus grandes sucessos : All Around The World . Sua simplicidade e simpatia aliado a sua grande versatilidade em interpretar temas românticos , tornou essa parceria inesquecível.

Em fins dos anos 90, apareceu várias vezes na série de TV Ally McBeal, o que contribuiu para revitalizar sua carreira. Foi também inspirador do personagem "Chef" do desenho animado South Park. Lançou em 1999 uma autobiografia.

No ano 2000 ganhou dois prêmios Grammy nos quesitos de melhor música tradicional e R&B por Staying Power.

Morreu no Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles aos 58 anos, vítima de falência renal. Padecia de pressão alta e estava à espera de um transplante.


SOUL MUSIC


Soul (do inglês. "alma") é um gênero musical dos Estados Unidos da América que nasceu do rhythm and blues e do gospel durante o final da década de 1950 e início da de 1960 entre os negros.Durante a mesma época, o termo soul já era usado nos EUA como um adjetivo usado em referência ao afro-americano, como em "soul food" ("comida de negro"). Esse uso apareceu justamente numa época de vários movimentos de liberalismo social, tanto com a revolução dos jovens com o uso das drogas, como os movimentos anti-guerra e anti-racial. Por consequência, a "música soul" nada mais era que uma referência a música dos negros, independente de gênero.Durante a década de 1960, surgiu até o programa de televisão estadunidense Soul Train, que apresentava os sucessos das canções dos negros daquele país, independente do gênero do sucesso musical. Ainda no rhythm and blues, a popular dupla Sam & Dave escreveram um sucesso que ressurgiu mais tarde no filme Blues Brothers, no qual interpretam a canção "Soul Man". Sua letra cita "(...) eu sou um homem negro (...)".


SMOOTH JAZZ OU URBAN JAZZ


O smooth jazz também por vezes referida como new adult contemporary music[1], é geralmente descrito como um gênero que usa ,(às vezes improvisação), instrumentos tradicionalmente associados ao jazz e influências estilizadas do R&B, e também do funk e do pop. Desde o final da década de 1980 e na década de 1990 o estilo se tornou sucesso nas rádios.

Abaixo alguns músicos de smooth jazz:

David Sanborn (saxofonista), Warren Hill (saxofonista), Dave Koz (saxofonista), George Benson (guitarrista), Joe Sample (pianista), Bob James (pianista), Nathan East (baixista), Fourplay,Gerald Albright (saxofonista), Keiko Matsui (pianista), Joyce Cooling (guitarrista), Mindi Abair (saxofonista), Candy Dulfer (saxofonista), Sade Adu (vocalista), Bradley Joseph (pianista)



NEW JACK SWING


New jack swing ou swingbeat ** é um estilo musical híbrido, popular entre o fim da década de 1980 e meados da década seguinte, que mesclava os ritmos, samples e técnicas de produção do hip hop com o som urban contemporary do R&B. O novo estilo se desenvolveu como muitos dos estilos de R&B, combinando elementos de estilos mais antigos com tendências mais recentes. O new jack swing usa solos harmoniosamente tocantes, ou vocais em harmonia, cantados sobre ritmos e batidas "de rua", derivados das influências musicais do urban. O som do new jack swing vem das batidas de "swing" do hip hop, criadas por samplers e drum machines (caixas de ritmo), que eram populares durante a era de ouro do hip hop, com vocais de R&B contemporâneo.

R & B "MUSIC"



Rhythm and blues ou R&B

Rhythm and blues ou R&B foi um termo comercial introduzido no Estados Unidos no final de 1940 pela Revista Billboard. O termo substituiu race music, que era, em língua inglesa um tanto ofensivo. De certo modo, hoje o rótulo rhythm and blues se aplica nos EUA atualmente a qualquer forma de música pop com artistas negros. Em suas primeiras manifestações, o chamado rhythm and blues era uma versão negra de um predecessor do rock. Foi fortemente influenciado pelo jazz, particularmente pela chamada jump music (um jazz com predomínio de saxofone e pouca presença de guitarras) assim como pelo gospel. Por sua vez, também influenciou o jazz, dando origem ao chamado hard bop (produto da influência do rhythm and blues, do blues e do gospel sobre o bebop). Os músicos davam pouca atenção às distinções feitas entre o jazz e o rhythm and blues, e geralmente gravavam nos dois gêneros. Várias bandas (como as que acompanhavam os músicos Jay McShann, Tiny Bradshaw, e Johnny Otis) também gravavam rhythm and blues. Mesmo um ícone de arranjos bebop como Tadd Dameron também produziu arranjos R&B para Bull Moose Jackson, e trabalhou dois anos como pianista de Bull Moose após se estabelecer como músico de bebop. Um dos nomes que se destacou neste gênero foi Muddy Waters. Não foi só no cenário pop dos EUA, mas também no do Reino Unido durante os anos 60, que o R&B atingiu seu auge de popularidade. Sem sofrer o mesmo tipo de distinção racial que limitava sua aceitação nos EUA, os grupos musicais britânicos rapidamente adotaram este estilo de música, e grupos como os Rolling Stones e The Animals levaram o rhythm'n'blues a grandes platéias. O termo caiu em desuso nos anos 60, e foi substituído por soul e Motown, porém ressurgiu nos últimos anos para designar a música negra norte-americana abrangendo o pop, fortemente influenciado pelo hip-hop, pelo funk, e pelo soul. Neste contexto, só a abreviatura R&B é usada, e não a expressão toda.

HIP HOP OFFICE " A MARCA"


Criado nos meados de 2006, o nome HIP HOP OFFICE, vem se destacando nos bailes e comunidades de músicas Black, no circuito Carioca.O fundamento de quem esta por tras do nome, é colocar via internet e seus meios,postagêns dos evêntos que estão acontecendo ou que foram realizados através de fotos e filmagens. O HIP HOP OFFICE hoje, virou uma organização contando com o maior acervo de fotos documentadas em vários locais onde aconteceram grandes e numerosos evêntos, com mais de cem vídeos postados no you tube, com mais de cinco milhões de acessos registrados pelo mundo afora , é o site responsável pelo sucesso que hoje representa para o povo Carioca que curte a música Black. Com 2 sites, 3 orkuts e 2 comunidades, o HIP HOP OFFICE em nível de mídia vem crescendo, o Orkut diariamente recebe de 200 a 250 acessos diários, isto dá em média de 2.000 a 2.200 acessos semanais e 40.000 visitinhas por mês, tudo anotadinho nos registros da casa, os números dos Email's recebidos são incontáveis e sem possibilidades de retorno imediato e as postagens de anúncios em suas páginas de recados são numerosos, isto mostra a credibilidade naquilo que esta sendo feito por nós. HIP HOP OFFICE tem como direcionamento, o HIP HOP e o Chame Dance e se indentifica nos bares, Restaurântes, Boates, Casa de Shows, Bailes e outros mais que tocam o ritmo, a finalidade é estarmos sempre focados com intúito de mostrar a todos a arte de dançar e se intreter através da música. A equipe conta com um Administrador e alguns colaboradores que auxiliam e ajudam a organização a se fundir a cada dia mais, levando conceito, intretenimento e postagens virtuais a todos que usam este meio de veículo comunicativo que é a internet. o HIP HOP OFFICE pretende fazer incurções em vários pontos de Estados Brasileiros futuramente e já tem adeptos em São Paulo e Minas Gerais e com admiradores estrangeiros de Nova york e Califórnia * (emais recebidos),e também já foram patrocinados alguns trabalhos direcionados ao Público jovem que curtem a dança em Comunidades carêntes como a Rocinha ( Zona Sul Carioca). Hoje , O HIP HOP OFFICE representa não só um nome e sim uma obra dentro das comunidades dançantes Charmeiras e seus B. Boys e Mcs do Hip Hop. ....HUMILDADE ESTA ACIMA DE TUDO, O CRESCIMENTO VEM JUNTO. TONY. HIP HOP OFFICE, UM NOME, MIL CONCEITOS.

PAULA LIMA


Paula Lima – um dos ícones da música popular negra brasileira – descobriu ainda na pré-escola, com a professora Cidinha, o gosto pelo canto. Foi ela quem incentivou a cantora a ser oradora de sua turma, na formatura.“A tia Cidinha foi muito bacana, porque ela tocava sanfona. Ela era uma professora muito engraçada. Sempre achava que eu tinha um potencial a mais. Tanto que na formatura do pré ela me colocou como oradora e cantora da turma”, conta Paula.Mas foi na aula de piano, a partir dos sete anos de idade, com a professora Elga, que Paula sentiu o prazer em aprender sobre as notas musicais. “Eu tive muito contato com pessoas e culturas diferentes. Essa professora era muito correta, digna.”Quando chegou na faculdade de Direito, a cantora se deu conta de que era possível aliar os dois campos de trabalho, ou seja, o Direito e a Música. Ela explica como. “No lado prático, eu leio meus contratos de uma outra maneira.”Paula, ao longo de sua carreira de cantora, percebeu também que a música poderia oferecer inúmeras formas de aprendizado. “Conheci França, África do Sul, Angola, diversos estados, muitas pessoas iluminadas, que é caso do Jorge Ben Jor.”

25 de ago de 2009

HAPPY HOUR BLACK

AGENDA DOS DJ´S CONVIDADOS PARA O HAPPY HOUR BLACK
MINHA APRESENTAÇÃO SERÁ NO DIA 11/12/09 A PARTIR DAS 18 H.
SINDICATO DOS METROVIÁRIOS DO RJ. **** AV. RIO BRANCO, 277/4º - CENTRO

24 de ago de 2009

ANITA BAKER "LOVE SONG"


The Songstress (1983)

Baker lançou seu 1º álbum, The Songstress, em 1983. Produzido por Patrick Moten and Otis Smith, o album foi lançado através de um selo modesto, Beverly Glen Records. O álbum foi muito ignorado pelo mainstream aquisitivo, mas obteve pequeno sucesso nas paradas R&B. Baker co-compôs a faixa de abertura, "Angel".

Rapture (1986)

Em 1985, Baker firmou contrato com a Elektra Records, uma divisão da Warner Music Group. Ela lançou seu 2º álbum, Rapture, em 1986. Produzido pelo amigo Michael J. Powell (da banda de Detroit soul Chapter 8), Baker escreveu por si mesma várias faixas para o álbum, incluindo "Been So Long" e "Watch Your Step", e co-escreveu o single "Sweet Love" que se tornou seu 1º sucesso no mainstream; alcançou o nº 8 nos E.U.A. Billboard Hot 100, 2º no U.S. Hot R&B/Hip-Hop Songs, e nº 13 no Reino Unido. "Caught Up in the Rapture", "No One in the World", e "Same Ole Love" também se tornaram grandes hits no Hot adult contemporary entre 1986 and 1987. Rapture ultimamente vendeu 8 milhoẽs de cópias no mundo a rendeu a Baker 2 Grammy Awards em 1987: Melhor performance vocal de R&B, Feminino pelo álbum e Melhor canção Rhythm & Blues por "Sweet Love". O tour mundial de Baker para o álbum Rapture, titulado A Night of Rapture, foi filmado e lançado em VHS (e DVD em 2007). Em 1987, Baker colaborou com os The Winans no single "Ain't No Need to Worry", que levou Baker a ganhar o terceiro Grammy Award no ano seguinte, na categoria Melhor performance por grupo ou coro Soul Gospel.

Giving You the Best That I Got (1988)

O 3º álbum de Baker, Giving You the Best That I Got, fooi lançado em Outubro de 1988. Ela trabalhou com Powell, e o álbum virou um sucesso de público e crítica, alcançando o 1º lugar no Billboard 200 e vendendo 5 milhões de cópias no mundo (incluindo 3 milhões só nos EUA). Estrelou hits como "Just Because" e a faixa título, que virou o maior pop hit de Baker, alcançando nº 3 no Billboard Hot 100 e liderando as listas de R&B e adult contemporary.[1]

Compositions (1990)

Baker voltou a estúdio em 1990 para o 4º álbum (o 3º pela Elektra), intitulado Compositions. Novamente produzido por Powell, dessa vez Baker se envolveu mais na composição e produção e começou a experimentar o jazz. Baker compôs ou co-escreveu 7 das 9 músicas do álbum, incluindo os hits "Talk to Me", "Fairy Tales", "No One to Blame", e "Whatever It Takes" (escrita com Gerald Levert). O álbum foi gravado na maior parte "ao vivo", onde a parte rítmica tocava enquanto Baker cantava. O álbum contu com a participação de Greg Phillinganes, Nathan East, Paulinho da Costa, Vernon Fails, Ricky Lawson, e Stephen Ferrone.

Apesar dos 3 singles de Compositions não terem alcançado o top 40 do Billboard Hot 100 ("Talk to Me" foi o mais próximo em 44º), eles ainda conseguiram chegar ao top 20 nas paradas de R&B e tiveram sucesso moderado no adult contemporary. Compositions teve a melhor posição em 5º no Billboard 200, 3º em Melhores álbuns do Billboard Top R&B/Hip-Hop, 4º em melhores ábuns de jazz no Billboard Top Contemporary, e recebeu disco de platina pela Recording Industry Association of America. O álbum rendeu a Baker 7 prêmios Grammy.

Após Compositions, a Elektra Records adquiriu direitos autorais do debut album de Baker, The Songstress, de 1983, e o relançou com uma nova capa em 1991.

Depois de quase 5 anos de tours, apresentações, e gravações sem descanso, Baker tirou férias, só entrando em estúdio para gravar o jazz "Witchcraft" com Frank Sinatra, para o álbum deste de 1993, Duets.


CANTORES DE HIP HOP







JÁ RULE


Aos quinze anos Ja Rule fugiu de sua escola e se envolveu com o tráfico de drogas por sete anos. A reviravolta em sua vida ocorreu em 1998, quando seu vizinho Irv Gotti criou o selo Murder Inc. e o contratou. Logo, com o seu enorme talento nas rimas, Ja Rule se destacou na gravadora Murder Inc. e lançou seu primeiro álbum Venni Vetti Vecci, no qual fez a canção "Daddys Little Baby" em homenagem à sua filha.Nesse mesmo álbum ele gravou uma canção que contava a vida dos bandidos da costa leste de New York: "It’s murda!".

Em 2000 Ja Rule manteve seu estilo e lançou seu segundo álbum Rule 3:36. Ele contava com canções comerciais como o grande sucesso "Between You and Me". Também teve outra música que foi para o grammy, a famosa música Put It On Me, onde faz participação com Vitta da mesma gravadora! Outra música que Ja Rule lançou foa F**k You que logo foi mudada para Furious por causa do filme "Velozes Furiosos"!Ja Rule Faz outros sucessos com direito a grammy como: Die e F**k Grril!Ja Rule faz uma Remixagem com Bustha Rymes nesse mesmo ano, mas foi coomo mais uma música feita pelas gravadoras Murder Inc e Island Def Jam Muisic, onde é uma remix de Holla Holla, onde participam: Mhhemphis Bleek, Bustha Rymes, Tah Murda, Black Child e Vitta!

Em 2001, Ja Rule lança o álbum "Pain Is Love", com letras que retratavam os seus sacrifícios, as dores e as suas mágoas. A evolução de suas composições fizeram com que Ja Rule se tornasse um dos candidatos a rei do hip hop e lhe deu o status de superstar nos EUA. Neste disco, o rapper contou com as participações de Jennifer Lopez na canção "I’m Real" e com o falecido 2Pac em "So Much Pain".

O álbum "The Last Temptation" foi lançado em 2002. Neste disco, Ja Rule também contou com participações especiais em suas canções, entre elas a de Ashanti, em "Mesmerize" e Bob Brown, em "Thug Lovin", que alcançou o topo das paradas americanas. Embora todo o sucesso que foi alacançado com "The Last Temptation", foi o disco menos vendido de Ja Rule.

Em 2003 Ja Rule lança "Blood in my eye", na tentativa de voltar às raízes com músicas menos comerciais como "The life" e "Clap back".

No ano de 2004 é lançado o álbum R.U.L.E. , que por muitos é considerado o melhor álbum de Ja Rule. Ele conta com o superhit "Wonderful", que foi sucesso em todo mundo. Também foi sucesso "New York", música gravada juntamente com Fat Joe e Jadakiss.

Em 2005 foi lançado seu último trabalho: o álbum Exodus, que conta com grandes clássicos e também novos raps.

Em 2007 Ja Rule confirma presença na continuação de jogos mortais III, o filme (SAW IV). Ja anuncia seu novo álbum, "The Mirror", para 26 de Junho. O rapper lança sua rádio, a "187fm" (www.187fm.com), também confirma participação no novo álbum de DJ Khaled, intitulado "We Got This".

Em 2008 Ja Rule anuncia que seu novo álbum, "The Mirror", será lançado em Março, "Uh Oh" é o primeiro single do álbum, a faixa conta com participação do rapper da Cash Money Records, Lil’ Wayne. O álbum, no entanto, foi adiado diversas vezes e no momento não existe uma data oficial para o lançamento de "The Mirror", espera-se que o álbum seja lançado em 2009.

Em 22 de dezembro, Ja Rule lança gratuitamente em seu myspace uma nova mixtape, intitulada "Atkins Files Vol. 1". A mixtape contém algumas faixas inéditas como "Too Long" e "Weekend Girls".

Ja Rule tem como maior rival, tanto no rap quanto na vida real, o rapper norte-americano 50 Cent. A rivalidade entre os dois rappers também acirrou a rivalidade entre a Murder Inc. e a G-Unit. Ambos já fizeram várias músicas criticando um ao outro e também já trocaram várias acusações.

Em 2009 Ja Rule Anuncia em entrevista ao programa Altas Horas, que será lançado seu 10 disco ainda neste ano, e que terá participacoes de diversos cantores brasileiros, como Wanessa Camargo, Ivete Sangalo, Chorão, Dudu Nobre entre outros. O rapper também gravou participação especial na nova música de trabalho da cantora Wanessa Camargo, "Meu Momento/Fly", lançada em abril de 2009.


MUSAS NEGRAS !!

















18 de ago de 2009

VASCO DA GAMA " A PAIXÃO "



Nome: Club de Regatas Vasco da Gama
Alcunhas:Bacalhau,Clube da Cruz de Malta,Gigante da Colina,O Time da Virada,O Time do Amor,Vascão
Torcedor: Vascaíno, Cruzmaltino
Mascote: Almirante Português / Comerciante Português
Fundação: 21 de Agosto de 1898
Estádio: São Januário
Capacidade: 36.000

O Club de Regatas Vasco da Gama é um clube poli-desportivo brasileiro, da cidade do Rio de Janeiro, capital do estado do Rio de Janeiro.
Foi fundado em 21 de agosto de 1898, por um grupo de remadores. O nome do clube é uma homenagem ao navegador português Vasco da Gama, devido à comemoração do quarto centenário da viagem de descoberta do caminho marítimo para as Índias, em 1898. Seu estatuto o define como uma "sociedade Civil, sem-fins lucrativos, com sede e foro na cidade Rio de Janeiro, caracterizando-se como entidade desportiva, recreativa, assistencial, educacional e filantrópica. "

PORTELA " A MELHOR "


Escola de samba é um tipo de agremiação de cunho popular, que se caracteriza pelo canto e dança do samba, quase sempre com intuito competitivo. Sendo um tipo de associação originário da cidade do Rio de Janeiro, as escolas de samba se apresentam em espetáculos públicos, em forma de cortejo, onde representam um enredo, ao som de um samba-enredo, acompanhado por uma bateria; seus componentes - que podem ser algumas centenas ou até milhares - usam fantasias alusivas ao tema proposto, sendo que a maioria destes desfila a pé e uma minoria desfila sobre "carros", onde também são colocadas esculturas de papel machê, além de outros adereços[1] As escolas de samba mais conhecidas são as da Região Metropolitana do Rio De Janeiro, que desfilam no Sambódromo carioca. Estas escolas, realizam um espetáculo considerado suntuoso, que atrai turistas de várias partes do mundo. Porém, há escolas de samba em quase todos os estados brasileiros e em muitos países do mundo.[2][3] São consideradas uma das principais, se não a principal vitrine do carnaval brasileiro,[4] e atualmente vêm ganhando cada vez mais um aspecto cênico, com alguns componentes executando dramatizações teatrais, e coreografias.[5]

A expressiva maioria das escolas de samba, principalmente as do Rio de Janeiro, possui em sua denominação a expressão "Grêmio Recreativo e Escola de Samba" (representada pela sigla GRES) antes do seu nome propriamente dito. Em São Paulo é também comum a sua derivação "Grêmio Recreativo Cultural e Escola de Samba". Há exceções, como a Sociedade Rosas de Ouro e a tradicional Agremiação Recreativa e Escola de Samba Vizinha Faladeira.[6] Essa padronização nas nomenclaturas das entidades surgiu em 1935, quando as agremiações carnavalescas cariocas foram obrigadas a tirar um alvará na "Delegacia de Costumes e Diversões" para poderem desfilar. O delegado titular, Dulcídio Gonçalves, decidido a dar um aspecto de maior organização aos desfiles de escolas de samba, negou-se a conceder o alvará para associações com nomes considerados esdrúxulos, razão pela qual a GRES Portela teve que mudar para o nome atual, ao invés do anterior Vai Como Pode.[7]


ALGUNS DISCOTECÁRIOS (ANTIGA ESCOLA)

CIENTISTA
SAMUEL
MONSIER LIMA
PAULÃO BLACK POWER
MISTER FUNK SANTOS
MAX PEU
IONES
DOM FILÓ
CIDINHO CAMBALHOTA
BIG BOY
ADEMIR LEMOS